Cartographe – Campfire Estúdio – Gameplay

Humor da Rainha: 3 – Três elogios; Descrição do caminho: 1- Uma dificuldade.

Carta: 3 de espadas: Uma montanha/morro/formigueiro. Quais outros seres vivem aí e o que fazem?


“Agradabilíssima, benevolente e inigualável Rainha Ratazana. Escrevo para informar Vossa Majestade sobre o início do mapeamento da Grande Floresta, da qual este humilde súdito pertence a expedição. Aproveito para estimar à Vossa Grande Ratazanesa uma semana repleta de Gorgonzola, Parmesão e muito, muito Brie!

Assim que as primeiras gotas de orvalho se desprenderam das copas das árvores e molharam nossos focinhos despertamos e iniciamos o trajeto pela Mata Virgem. Há um sinuoso caminho deveras comprido repleto de árvores cujas folhas se diferenciam entre si, tanto na forma quanto no tamanho. Nossos bandeirolas foram roendo o enorme matagal à frente e desbravando o caminho, criando uma trilha suficiente o bastante para que Vossa Digníssima Majestade possa para cá viajar à bordo de sua maravilhosa e única carruagem de patins.

Enquanto caminhávamos foi possível observar lindos seres coloridos que voavam de um lado para o outro, de flor em flor, suavemente. Pareciam-se com fadas pelas asas, mas em forma diferente pelo corpo; quando pulavam das margaridas costumavam exalar um pó cheiroso... que ainda está sob análise de nossos queridos ratos perfumeiros a qualidade do produto, bem como se é mágico ou não.

Durante nossa patrulha inicial não encontramos felinos, raposas ou qualquer ave de rapina nesse trajeto. Encontramos um – ou melhor – dois montes povoados por formigas inimigas: são totalmente violentas uma com as outras. Por isso, demos o nome de “Monte das Inimigas” ao duplo elevado, homenageando as guerrilheiras. Para nós roedores, entretanto, não se mostram uma ameaça: elas são para elas mesmas...

Ameaça mesmo – ou melhor – algo desconhecido – se trata do que irei informar detalhadamente agora à Vossa Majestade Ratazanal: um enorme cercado de madeira única, sem emendas, prostrou-se em nosso caminho! Era enorme! Da altura de uns dez ratos em cima do outro! Os bandeirolas e os batedores da frente foram investigar – e eu, claro, acompanhei-os para detalhar o ocorrido: Parecia um tronco de árvore com uma abertura ao topo. Os batedores – e eu – pudemos ver... percebemos dois olhos amarelos nos observando. Não sabemos ao certo do que se tratava, podia ser uma serpente ou víbora... Decidimos então que a trilha – ou melhor, vossa Estrada Real – contornaria o amadeirado até que descobríssemos, de fato, se ele era uma ameaça ou não.

Detentora de todos os queijos, despeço-me agradecendo o vosso precioso tempo desperdiçado ao ler estas linhas desse humilde servo vosso que lhe traz as boas novas. Aproveito para apresentar a área desbravada no mapa que se segue, sendo que detalhei os ambientes que antes havia à Vossa Majestade informado.

 

Cordialmente,

 

Rathomáz Ratônio.” 






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